Mais uma ronda foi jogada na histórica Taça de Portugal, a rainha de todas as taças. Aquela que realmente interessa.
Depois de na 1ª eliminatória o banal Igreja-a-Nova ter sido batido por um enorme Avancas (e note-se que a ironia é algo a que damos muito valor), desta feita os resultados não surpreendem.
O Oriental, depois de ter feito tudo por conquistar a II Taça IC19, acabou por apresentar jogadores maus, fracos e cansados para a competição a sério. Talvez isto demonstre alguma pequenez do seu treinador Hernesto, que ao optar por uma taça secundária em detrimento da Taça de Portugal, onde inclusivé poderia vir a ter maiores receitas de bilheteira, mostrou por que princípios se rege.
Posto isto, podemos afirmar de forma contundente que o Sourense foi superior em tudo e podia mesmo ter dizimado aquela horrível equipa do Oriental de Lisboa, a chamada equipa-abrigo dos toxicodependentes e e pessoas mais escuras dos bairros de Chelas.
Já a fortíssima equipa do Real Massamá venceu categoricamente a eliminatória, passando assim à 3ª fase da prova mãe. Depois de conquistar a I Taça IC19 e das sucessivas lesões que assolaram o plantel nas últimas semanas (tendo por isso utilizado uma equipa muito pouco rodada contra o Igreja-a-Nova), a equipa de Pedro Santos mostra de que massa é feita.
E essa massa é de homem.
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